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15 de jan de 2011

MATAR PODE

A Justiça, em sua conduta costumeira, justifica que "a libertação provisória do rapaz aconteceu porque ele não tinha antecedentes criminais, tem trabalho e residência fixos".

Portanto, está confirmado: matar pode!

Leia a notícia de hoje na Folha de São Paulo:
Rapaz que matou em briga de bar é solto

Raphael Carvalho diz que atingiu com um copo o pescoço de Igor Caleman ao tentar se defender de agressão. Para polícia, os dois alunos do Mackenzie discutiram por causa de uma mulher no Itaim Bibi, mas amigos negam

AFONSO BENITES DE SÃO PAULO

Rapaz que matou um universitário após uma briga num bar em São Paulo, o analista de crédito Raphael Reis Carvalho, 20, foi libertado anteontem por uma decisão judicial.

Ele tinha sido preso em flagrante, no domingo passado, após a morte do estudante Igor Salveti Caleman, 22, atingido com um copo de vidro no pescoço. A jugular do jovem foi perfurada e ele morreu no hospital.

Em sua decisão, a juíza Suzana Jorge de Mattia Ihara, do 5º Tribunal do Júri, acatou o pedido dos advogados e alegou que a libertação provisória do rapaz aconteceu porque ele não tinha antecedentes criminais, tem trabalho e residência fixos.

"Não há demonstração de necessidade da prisão para a garantia da ordem pública ou econômica, por conveniência de instrução criminal ou para assegurar a aplicação da lei penal", disse juíza em sua decisão.

Até anteontem, Carvalho continuava preso no Centro de Detenção Provisória do Belém (zona leste).

Carvalho é aluno de administração na Faculdade Mackenzie, mesma universidade em que a vítima cursava o último ano de direito.

No dia do crime, os defensores do acusado já tinham solicitado a libertação dele, mas um juiz que estava de plantão negou o pedido.

A polícia disse que Carvalho e Caleman discutiram dentro do bar Sr. Pitanga, no Itaim Bibi (zona oeste), por conta de uma mulher. Amigos da vítima contestaram a informação e disseram que a discussão ocorreu por causa de um esbarrão. Para a família de Caleman, ele foi vítima de uma agressão gratuita.
OUTRO LADO
À polícia, no dia do crime, Carvalho admitiu a briga e afirmou que agiu em legítima defesa. Ele alegou que estava do lado de fora do bar fumando quando alguém o agarrou pelos cabelos e o sacudiu. Ao tentar se defender, atingiu Caleman com o copo.
Um de seus defensores, o advogado Luciano Santoro, afirmou que o caso foi uma fatalidade. Segundo ele, o crime não foi doloso (intencional), pois o rapaz foi se defender de uma agressão e acabou atingindo Caleman com o copo.
"Ele tem de responder pela morte, mas em liberdade. Antes da decisão é preciso fazer uma investigação mais aprofundada para saber se foi uma lesão corporal, homicídio culposo [sem intenção] ou legítima defesa", disse.

3 comentários:

  1. Anônimo16/1/11

    ter dinheiro e tudo

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  2. Anônimo17/1/11

    As pessoas estão julgando sem saber. E se foi o Igor q foi atrás do Raphael? E se fosse o Raphael a pessoa morta? É preciso averiguar!

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  3. Se o raphael fosse a pessoa morta, alguém teria que pagar, certo? Só queremos justiça.

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