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18 de abr de 2008

Esquartejador sai livre

Justiça de mentira
O médico é réu confesso do assassinato e esquartejamento de sua paciente e ex-amante Maria do Carmo Alves. O crime ocorreu no dia 24 de janeiro de 2003, em Santana, SP.
No Brasil, nem esquartejando, assassino de classe alta vai para a prisão. "Eu estaria afrontando a decisão do Supremo Tribunal Federal se o mandasse preso", afirmou o juiz. O STF está acima da Constituição Federal. E a lei Maria da Penha? E a lei de Crimes Hediondos? Como sói acontecer neste país, é só para pobre. Ou matar e esquartejar não é nada hediondo?

Leia notícia de hoje na Folha de São Paulo:
Esquartejador pega 13 anos,
mas fica livre
O ex-médico Farah Jorge Farah foi julgado pelo assassinato e a ocultação do cadáver de uma ex-paciente, em 2003. Farah aguardará em liberdade a decisão do recurso que seus advogados vão apresentar; pena é em prisão de regime fechado
O ex-médico Farah Jorge Farah, 58, foi condenado ontem a 13 anos de prisão em regime fechado por assassinar e ocultar o corpo de Maria do Carmo Alves, uma ex-paciente.Ele também recebeu multa equivalente a meio salário mínimo pela ocultação do corpo. O crime aconteceu em 2003.A defesa vai recorrer. Farah aguardará em liberdade, amparado por um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal."De lá para cá, não se alterou nada. Eu estaria afrontando a decisão do Supremo Tribunal Federal se o mandasse preso", afirmou o juiz. Em maio de 2007, Farah conseguiu o habeas corpus depois de passar cerca de quatro anos preso.O júri acatou as duas qualificadoras (agravantes) apontadas pela acusação -motivo torpe e emprego de meio que impossibilitou a defesa da vítima (que estava sedada).Os parentes de Maria do Carmo e a Promotoria consideraram a pena "branda". "Foi pouco para o que ele fez com a minha filha. Ele acabou com a vida dela e com a minha", disse a mãe de Maria do Carmo, Alice Silva, após o julgamento.O juiz Rogério de Toledo Pierre, que proferiu a sentença, afirmou que a pena foi "extremamente adequada". "Não se pode confundir a comoção, o choque que é ver as fotos do corpo esquartejado, com uma reprimenda que não seja adequada", afirmou.

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