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21 de set de 2008

É "título" que não acaba mais

Amanhã à noite, o plenário da Assembléia Legislativa vai ganhar movimento extra com sessão especial para a entrega do título de cidadão honorário de Minas ao desembargador Caio Luiz de Almeida Vieira de Mello. Às 20h. Esclareça-se: Vieira de Mello é desembargador da Justiça Federal do Tribunal Regional do Trabalho, o que não vem especificado no convite. Pode ser confundido com desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
A Associação Mineira de Rádio e Televisão (Amirt) ganha homenagem especial da Assembléia Legislativa, quinta-feira. Serão comemorados os 40 anos da entidade, presidida por Milton Lucca de Paula.
Dia 30, em reunião especial na Câmara Municipal, o superintendente de Desenvolvimento Sustentável da Vallourec & Mannesmann e presidente da Câmara de Indústria de Base Florestal da Fiemg, Antônio Claret de Oliveira, receberá o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte. Proposta do vereador Totó Teixeira, presidente da casa.
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Sintam a diferença em outros países
Fidel contra corrupção
Cuba não anda lá muito bem das finanças, mas corrupção na ilha não tem vez. O comandante não espera pela justiça como aqui no Brasil (que, aliás, temos de esperar sentados), vai logo dando o recado:
"O ex-presidente cubano Fidel Castro pediu que se punam a corrupção e a ilegalidade na ilha e fez um apelo para que o Partido Comunista trave uma batalha “sem trégua” contra esses males que “prejudicam a revolução”. Em artigo divulgado pela imprensa oficial, o líder cubano escreveu que “qualquer manifestação de privilégio, corrupção ou roubo tem que ser combatida e não há desculpa possível nisso para um verdadeiro comunista. Qualquer tipo de fraqueza em tal sentido é absolutamente inadmissível.”
Premiê de Israel renuncia
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, acusado de envolvimento em casos de corrupção, entregou neste domingo sua carta de renúncia ao presidente Shimon Peres. Lá, os corruptos renunciam, porque já sabem, das duas uma: sabem que a Justiça é séria ou, pelo menos, demonstram "vergonha", essa coisa que anda muito em falta no Brasil. ler notícia
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Pois, se fosse comigo, seria igual na música de 1954, que de lá pra cá, nada mudou:
SE EU FOSSE O GETÚLIO
(Arlindo Marques Jr. - Roberto Roberti)
Nelson Gonçalves, 1954

O Brasil tem muito doutor
Muito funcionário, muita professora
Se eu fosse o Getúlio mandava
Metade dessa gente pra lavoura

Mandava muita loura... plantar cenoura
E muito bonitão... plantar feijão
E essa turma da mamata...
Eu mandava plantar batata.

Um comentário:

  1. Glória, essa música é uma receita e tanto para por a casa em ordem.

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