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9 de out de 2008

PM absolvido de assassinato

O país dos assassinos
O julgamento que absolveu o policial militar Marcos Parreira do Carmo, acusado de matar o estudante Daniel Duque na porta de uma boate, em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em junho deste ano, é mais uma pérola da nossa justiça.
ABSURDOS
- “É muito revoltante você perder um filho e ter que implorar por justiça. O promotor de acusação vestiu a camisa de defesa”, declarou a mãe de Daniel.
- O acusado de disparar contra Daniel Duque Pittman, de 18 anos, em frente a boate no Rio era segurança de filho de promotora
- Valeu a versão de que o disparo foi provocado pelo próprio Daniel, que tentava puxar a arma do policial (o rapaz foi morto pelas costas)
- O promotor Marcelo Monteiro pediu a absolvição do réu.
- O magistrado também enquadrou uma das testemunhas de acusação, que mudou o depoimento. “Se você mentir, vai sair preso daqui”, ameaçou.
- À outra que o tratou de você, ele respondeu: “Você, não. Vossa Excelência. Eu não bebo da bebida que vocês bebem”
Fontes:
Jornal Estado de Minas - Caderno Nacional - 9/10

3 comentários:

  1. Karyn Lopez10/10/08

    Glória, por esse motivo eu desisti do Direito. Não existe remédio quando o "mal" que se deveria combater, provém daqueles que deveriam ser os homens de bens. Como li por aqui, queremos uma sociedade em que mesmo cobrar o minimo de um ser humano é absurdo.
    Quanto ao promotor essa é a lógica da nossa Justiça: favorecimento. Falamos mal dos médicos, criticamos a maneira como se defendem uns aos outros como se trabalhando com a lei nao fizessemos o mesmo.

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  2. desculpem a intromissão. Não trabalho no judiciário, mas temos que fazer alguma ressalva.
    MENTIR em audiência pública no judiciário sempre foi punida com prisão.o Juiz sabia que ele estava mentindo.
    Chamar um juiz pelo pronome "VOCÊ" é no mínimo falta de educação ou falta de estudo.Devemos RESPEITAR PARA SER RESPEITADO

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  3. Rodney11/12/08

    Hoje, apenas mais um. Só que o "criminoso de altissima periculosidade" morto tinha 3 anos(João Roberto) e seu irmão ferido 1 ano e 3 meses...tudo em nome de um "combate" a criminalidade cada vez menos eficaz.
    Nos resta a rotina de aguardar o próximo.

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