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8 de ago de 2008

Latuff denuncia genocídio no Brasil

Em entrevista ao site NovaE, o cartunista Carlos Latuff mostra mais um diferencial do seu trabalho que liberou para total reprodução, tendo interesse na propagação de idéias e não em "royalties", como manifesta no trecho:
Novae - Seu trabalho é todo distribuído pela rede dentro do conceito copyleft. Na sua opinião onde reside a importância desta forma de distribuição?
Latuff - Sendo um trabalho essencialmente político-social, meu interesse é que a mensagem contida nas imagens chegue a um sem número de seres humanos. Portanto, qualquer restrição a circulação livre destas gravuras seria contra-producente. Por isso liberei os direitos de reprodução pois meu interesse nesse caso não são os "royalties" e sim a propagação de idéias.
Fonte da imagem Latuff na rede
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Latuff comenta sobre a perseguição da mídia ao seu trabalho
— É irônico. Esses jornais não acham a realidade polêmica, mas sim o desenho que a retrata. Para eles, não é a política de segurança que é polêmica, mas o desenho. Para O Globo e a imprensa de modo geral não existe polêmica quando a polícia entra na favela e mata 30. A polêmica é quando vem o desenho. É curioso como uma charge pode ser mais polêmica que a própria realidade.O fato é que aquele desenho não tem ficção. Aquilo não é nenhuma ficção da minha cabeça. Qualquer cidadão do Rio de Janeiro entende aquela imagem. Nem precisava de texto. Ela é quase uma fotografia, uma representação fiel da realidade. E cumpre função inglória: de esfregar a realidade na cara das pessoas.
(do site A Nova Democracia, no artigo de Marcelo Salles Latuff é perseguido novamente no Rio)

2 comentários:

  1. Que vergonha que está o Brasil e vejo cada vez pior, cada vez mais criminalizando pobres, negros, prostitutas...

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  2. É isso aí, Wilson. Enquanto isso, nosso congresso trata de proteger cada vez mais seus pares... Veja que cinismo o caso da algema.

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